terça-feira, setembro 30, 2003

UM NOVO SENTIDO

Tem gente que se choca.
Uma vida antes.
Outra depois.

Quem já prestou atenção ao logotipo do Carrefour?
Duas setas estranhas, uma vermelha e outra azul?

Prestem atenção:

Carrefour

Um “C”! Em branco...

Sua vida não mudou?
He, he, he...

Às vezes não olhamos o todo, só as partes.
Às vezes as coisas parecem não ter sentido, mas só parecem...

segunda-feira, setembro 29, 2003

I DON'T KNOW

Li o Valha-me hoje e lembrei de uma clássica história verídica. Conto o milagre, mas não o santo:

- Vi, o que significa "I don't know"?
- Eu não sei.
- Não acredito! Caramba! Pergunto isso para todo mundo e ninguém sabe!

Uma freada brusca (a Vi estava dirigindo):

- "I don't know" SIGNIFICA "eu não sei"!!!!
- Ahhhh....

quinta-feira, setembro 25, 2003

EXTRA! EXTRA!

Ele voltou a escrever. Que bom!
E ele voltou agradecendo, como vocês poderão conferir lá no Ferino, mas Doce.
Ele é um amigo. E que amigo!
E acreditem: ele agradece aos amigos.
Fazemos questão de estar ao lado de amigos, portanto agradecimentos poderiam ser até dispensáveis. No entanto, já que ele agradece, acho que devo fazer o mesmo.
Agradeço pela oportunidade de estreitarmos laços.

Andamos conversando bastante e tenho aprendido. Acredito em uma coisa e ele me ajuda a reforçar essa crença:

Não há dificuldade que não possa ser superada. Mais do que isso: problemas podem ser bem superados, com cuidado e bom senso, agregando pessoas. Em certas situações podemos agir e ferir, mas ele docemente (Ferino, mas Doce) sabe valorizar as pessoas por quem tem amor. Age com cuidado, pensando, cuidando e preservando. E isso fez e faz a diferença.

E é bom que ele saiba:
Nesses últimos tempos tenho reconhecido cada vez mais essa amizade e a valorizo mais, a cada dia.

terça-feira, setembro 23, 2003

UMA DISCUSSÃO DE SEMPRE

Basta acontecer um episódio como aquele protagonizado recentemente pelo Gugu que surge aquela discussão de sempre relacionada à liberdade de expressão. O fato de proibirem a veiculação do seu programa no último domingo teria sido uma forma de cercear sua liberdade de expressão?

Acho que certas coisas devem ser censuradas sim. Não me entendam mal aqueles que são a favor da liberdade de expressão, pois eu também sou, mas é preciso um certo bom senso. Uma grande dose de responsabilidade é colocada nas costas daqueles que formam opiniões e mexem com grandes públicos. O tipo de apresentação enganosa, sensacionalista e irresponsável apresentada pelo Gugu faz mal para os brasileiros e deveríamos substituir esse tipo de programação.

Se colocássemos no ar um programa protoganizado por criminosos que incitassem o crime, seria errada a censura?

Isso me faz lembrar ainda dos imbecis do Planet Hemp que fazem clara apologia ao uso da maconha. Não digo que são criminosos, mas, neste caso, acho ridícula a discussão sobre liberdade de expressão. Quantos adolescentes sem maturidade suficiente não se deixam influenciar pelas colocações desses caras?

Temos uma grande responsabilidade sobre aquilo que falamos e acho que a sociedade deve ter um tipo de controle sobre isso, sim. Com bom senso, é claro, com bom senso...

MAIS LINKS

Como eu havia dito, mais alguns blogs linkados aí do lado:

- 100 Sal : Mas com um bom tempero. Esse é o blog da Claudia Bia. Blog de família. O Flávio Jacobsen é frequentador assíduo. Não o conheço...

- Malvados: E eu que estava pensando em começar a desenhar alguma coisa por aqui...

- DesnudaS: Elas são loucas! Loucas de paixão! Só lendo mesmo... Lila e Diabolin

- Saudade dos 80: Seção nostalgia... É bem legal lembrar de muita coisa daquela época. Muito interessante.

- Art.Manha: Pensamentos no mundo da lua? Nem tanto...

sexta-feira, setembro 19, 2003

PAPUNHÁ AÇUCAR

Ando me divertindo aqui na empresa do penico de ouro. Talvez esteja até enchendo um pouco com essas histórias daqui, mas não pude resistir e aí vai mais uma.

Há pouco me deparei com um bilhete colocado na copa junto às garrafas térmicas de chá e café:

Caros colegas,

Vimos solicitar-lhes a gentileza de atentarem para o seguinte: a colher de açucareiro deve servir, EXCLUSIVAMENTE, para servir o açúcar e “apor” o referido conteúdo (açúcar) na xícara ou no copo.

Assim, solicitamos que a colher do açucareiro seja utilizada apenas para sua destinação específica e, em nenhuma hipótese, para mexer xícaras ou copos com conteúdos líquidos ou qualquer outro tipo de conteúdo.

Agradecemos!


Imaginei que este bilhete deveria ter sido emoldurado em um quadro e afixado na copa em local de destaque. Claro, com a assinatura dos diretores, dada a relevância do assunto.

Ah! O “apor” estava entre aspas assim mesmo e significa o mesmo que “papunhá”.

AUMENTANDO OS LINKS

É bem provável que logo aumente ainda mais o número de blogs linkados aqui.

Por enquanto mais dois:

Limão Azedo
Este é do Gui, do Gil ou do Sr. Limão. Ele escreve comigo no Tao do Blog. Confiram.

Valha-me
Quem escreve lá é o Verecundus. Não o conheço, mas vale a pena conferir também.

Acho que em breve vou linkar mais uma meia dúzia de blogs que ando lendo.

quinta-feira, setembro 18, 2003

MAIS SOBRE A EMPRESA DO PENICO DE OURO

No corredor, uma gerente conversando com a mulher encarregada pela copa e limpeza, em voz bem pausada para que ela entendesse:
- Então traga os copos de água. São quatro diretores, eu e mais uma advogada.

Pensei:

Ainda bem que ela informou o cargo de cada um destacando sua importância, pois, na empresa do penico de ouro, isso é fundamental. Ela só esqueceu de destacar o seu cargo e, portanto, corre o risco de ficar sem água. Será que essa água tem algo de especial? Como o penico?

* A história do penico de ouro foi apresentada em um post no dia 29.08.2003

quarta-feira, setembro 17, 2003

S

Esperando para atravessar a rua, avistei uma mulher do outro lado. Lembrei dela na hora. Fez um curso comigo há um ano atrás, mais ou menos. Ela atravessou a rua e, logo que me viu, veio toda contente:

- Rogério. Que legal vê-lo por aqui!
- Legal! Você trabalha por aqui?
- É. Trabalho aqui na Renato Paes de Barros. E você?
- Eu trabalho aqui do lado também. Naquele prédio ali em frente.
- Que bom! Podemos marcar de almoçar.
- É verdade. Pegue o meu cartão. Me dê uma ligada.
- Anota o meu telefone também. Eu estou sem cartão. Anota no celular.

Momentos para pensar:
Qual o nome dela?!
Qual o nome dela?!
Qual o nome dela?!

Anotei o número e, em seguida, uma ligeira disfarçada para escrever o nome: “S”. Foi a única coisa que lembrei e é assim que registrei o número em meu celular. O nome começava com a letra “S”. Como é horrível encontrar uma pessoa e esquecer o nome dela. O que eu deveria fazer? Perguntar o nome dela?

terça-feira, setembro 16, 2003

UMA QESTUÃO DE ODREM


De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em
qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a
piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol
bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.


Recebi este texto de uma amiga minha. Achei ótimo.
Também achei interessante a análise que ela fez sobre o texto.
Segundo ela, as pessoas às vezes ficam esperando encontrar uma ordem nas coisas para que possam tomar uma determinada atitude. Enxergam um mundo caótico e não agem buscando uma melhoria, buscando o bem comum. Acreditam que, em decorrência da desordem, suas ações não surtiriam efeito. No entanto, é possível ler as mensagens. Mais do que isso: é possível passar boas mensagens adiante.

segunda-feira, setembro 15, 2003

SÓ PARA LEMBRAR

Quando acreditamos, há busca, há conquista.

É preciso que não sejamos tolos a ponto de esquecermos de acreditar naqueles ideais em que sempre acreditamos.
Às vezes, simplesmente esquecemos. Não deixamos de acreditar, mas esquecemos...

sexta-feira, setembro 12, 2003

MUITO BEM RELACIONADO


Amigos meus que sabem que votei no Serra e dizem que era isto era bastante previsível, talvez se surpreendessem. E eu que pensei que apenas o André fosse bem relacionado com o PT...

Recebi uma ligação, hoje, um pouco antes do almoço:

- Alô. Por favor, o Sr. Rogério.
- Sou eu.
- Aqui quem fala é Fulana de Tal (esqueci o nome dela) da ABDIB e estou ligando para confirmar a sua presença na reunião com o Sr. Guido Mantega, ministro do planejamento, na próxima segunda-feira.
- Ah, claro. Não poderei participar.

Na hora não me ocorreu, mas poderia ter respondido de outras formas:

OPÇÃO 1
- Você poderia me confirmar o horário da reunião?
Se fosse pela manhã, eu diria:
- Uma pena! Não poderei participar porque a esta hora costumo estar dormindo.
Se fosse à tarde, eu diria:
- Uma pena! Não poderei participar porque vou assistir a um filme sensacional que vai ser exibido na Sessão da Tarde.

OPÇÃO 2
- O quê?! Só um minuto...
Fingiria bradar com uma secretária:
- Débora! (Resolvi colocar o nome da minha irmã. Não tenho secretária...) Você não marcou em minha agenda a reunião com o Mantega? Eu não acredito nisso! Como farei para conciliar meus compromissos? O que diria ao Palocci?
Continuaria:
- Dona Fulana de Tal, infelizmente não poderei comparecer à reunião...

OPÇÃO 3
- Você poderia me confirmar o horário da reunião?
- Desculpe-me, mas tenho outra reunião agendada para o mesmo horário com o ministro José Dirceu. Eu tentei compatibilizar os horários, mas não consegui. Uma pena! No entanto, avise o Mantega que entrarei em contato, assim que possível.


Há alguns meses atrás recebi um fax, também da ABDIB, pedindo confirmação para uma outra reunião. Aquela vez, com o ministro Anderson Adauto, dos transportes. Também disse que não participaria...

Isso tudo porque participei uma vez de um evento lá na ABDIB, representando um dos diretores aqui da empresa. O mais engraçado é que fui lá totalmente perdido. Fui só representar mesmo. Acho que era só para verem que alguém da empresa estava por lá. Na época tinha acabado de entrar na empresa e nem sabia o que estava acontecendo...

quinta-feira, setembro 11, 2003

ERRO DE CÁLCULO

Não vou conseguir.
Na semana passada, enquanto estava de férias, fiz uma arrumação nos armários lá em casa.
Não achei meu livro de Cálculo que usei na faculdade.
Uma pena, pois disse para a Tati que poderia deixá-lo hoje no banco de alguma praça.
Foi ela que me informou sobre essa idéia de deixar um livro que tenha marcado as nossas vidas com uma dedicatória para um desconhecido.
Achei legal a idéia, mas, como disse, não consegui achar o livro. Já me desfiz dele...
Vocês acreditam que a Tati disse que esse tipo de livro não era apropriado?
Ela disse que um livro de cálculo não seria poético!
Onde já se viu?
Quem disse que não há poesia em um livro desse?
Só não sei o que escreveria na dedicatória...

quarta-feira, setembro 10, 2003

CONTEXTO

- Tenho uma família maravilhosa. Sempre foi assim.
- Namorei por volta de 10 anos antes de me casar com a minha esposa. Foram uns 10 anos de muito amor que perdura até hoje e deve durar para sempre.
- Estou sempre rodeado de amigos fantásticos.
- Não sou nenhum milionário, mas não posso dizer que tenho motivos para reclamar da minha condição financeira.
- Sou espírita e trabalho em um centro espírita há aproximadamente 15 anos. Lá falamos muito sobre caridade, amor ao próximo, e mais um monte de coisas boas. Sentimos tudo isso. Isso é o que mais importa, na minha opinião. Trata-se de algo muito bom, díficil de descrever.

Eu pergunto:
Isso faz com que eu desconheça a miséria, as injustiças, os problemas?
Isso me torna ingênuo?
Isso tira a razão em minhas argumentações quando falo sobre a beleza da vida, das pessoas, do mundo?
Isso me faz viver em mundo à parte?

Lanço essas perguntas porque tenho a impressão de que algumas pessoas, com quem convivo, respondem afirmativamente a essas questões. Isso me incomoda um pouco e só tenho uma coisa a dizer:

Discordo.
FALCON

Um novo link aí do lado: Voando Longe.

sexta-feira, setembro 05, 2003

ABREVIAÇÕES

A troca de e-mails facilita a nossa comunicação. Para agilizar, começamos a usar algumas abreviações do tipo:

Blz = beleza
Vc = você
Tb = também

E por aí vai...

Começamos a usar abreviações também em e-mails trocados em nosso meio de trabalho que seriam um pouco mais formais. Ontem, estava dizendo que prefiro não usar a abreviação “SDS”.

Afinal, o que significa?

SDS = saudações
ou
SDS = saudades

Acabei de receber outro e-mail onde utilizaram a seguinte abreviação:

FYI

Dizem que FYI significa For Your Information (Para Seu Conhecimento)

Há quem diga que não é bem isso...

FYI = Fuck You Idiot

Preciso traduzir?

Melhor tomar cuidado...

quinta-feira, setembro 04, 2003

quarta-feira, setembro 03, 2003

ANTÔNIO GISSI TOMAZ

Todo mês eu passo por lá. Dessa vez foi um pouco diferente. A sala estava lotada. Geralmente, pouca gente por ali. Comecei a estudar aguardando o início dos trabalhos.

Não pude evitar, mas comecei a ouvir a conversa entre duas pessoas que estavam sentadas ao meu lado. Mais ou menos do jeito que o mÁrcio fez esses dias. Só que não me manifestei. Fiquei só ouvindo. O homem começou:

- Você o conhece?
- Sim, conheço. Conheci suas crianças. Como estarão elas agora?
- Elas estão comigo. Ele era meu cunhado.
- Você era irmão dela?
- Sim.
- Numa situação dessas, o que mais me preocupa são as crianças. Como elas estão reagindo?
- Bem. São como filhos para mim agora. A menina, a mais velha, teve alguns problemas, mas está melhor. O menino, como era muito pequeno, não lembra muito bem das coisas. Evitamos falar do assunto. Essa semana, porém, estão fazendo questão de acompanhar o noticiário. Assistiram ao jornal, à Ana Maria Braga.

Noticiário? Ana Maria Braga? Seria esse o motivo do burburinho?

Aguardei mais um pouco. Se fosse um caso assim, provavelmente ficaria lá por mais tempo do que eu imaginava. Uns três dias, quem sabe? Logo a juíza veio com a notícia:

- Desculpem-me senhores, mas apesar de nossos esforços para que o julgamento ocorresse na data de hoje, houve um adiamento. – ela explicou, em termos legais, que eu não entendi, obviamente, porque a defesa teria solicitado um adiamento. Parece-me que teria algo a ver com o fato do caso estar nos noticiários desta semana.

Não pude conter a curiosidade e procurei me informar sobre o caso. Descobri que eu poderia ter sido um dos jurados do caso do tal Antônio Gissi Tomaz, um economista de 41 anos que matou a mulher em abril de 2000 e que no último domingo matou novamente. Dessa vez, a namorada. Diz-se que, na primeira vez, o motivo teria sido a separação da mulher. Agora, apesar de argumentar que reagiu a um tiro que teria levado na perna disparado pela namorada, disse que fez uma vasectomia e suspeitava que sua mulher estivesse grávida de outro homem.

Após o primeiro crime, o acusado se apresentou à polícia 60 dias após a morte, acompanhado de advogados, o que possibilitou que acompanhasse o julgamento em liberdade. Ouvi no tribunal que o primeiro julgamento marcado tinha sido adiado.

Duas perguntas surgiram na minha mente:

Será que se ele tivesse sido julgado e estivesse preso ele cometeria o segundo assassinato?

Qual teria sido a intenção do advogado de defesa em adiar pela segunda vez o julgamento? Estaria ganhando tempo para preparar melhor a sua defesa ou estaria pensando em desistir do caso? Prefiro acreditar na segunda opção.
NOVO CONTADOR

Mudei o template e o contador paraou de funcionar. Recoloquei o código e nada. Portanto, começamos do zero novamente.

Para quê?
Curiosidade, mera curiosidade.

terça-feira, setembro 02, 2003

PINDURA

Leiam atentamente o texto abaixo.

AIDAR DEFENDE A TRADIÇÃO DO ‘ PINDURA’
Fonte: Assessoria de Imprensa
08/08/2003

O dia 11 de agosto, Dia do Advogado, marca a criação dos cursos jurídicos no Brasil, mas para muitos estudantes e profissionais do Direito a data possui mais uma tradição: o Pindura. Trata-se de uma manifestação que surgiu na metade do século XIX, quando os proprietários de restaurantes convidavam os acadêmicos, seus fregueses habituais, para brindarem a grande data da Advocacia. “ Com o passar dos anos e o incremento da crise econômica, diminuíram os convites para os estudantes, mas a criatividade e a irreverência dos acadêmicos encontraram alternativas para a comemoração e o Pindura surgiu na forma como o conhecemos hoje. Os estudantes entram como fregueses normais, comem, bebem , fazem um pronunciamento sobre a data festiva e mandam pendurar as contas”, conta Aidar.

Embora afirme que a vocação do advogado começa no respeito à lei, Aidar não deixa de reconhecer que o Pindura tem um tom de irreverência, que precisa ser mantido. “ No caso de impasse na hora de pagar a conta, a alternativa é dirigir-se ao Distrito Policial mais próximo para que as partes possam colocar seus pontos de vista ao delegado, que também foi bacharel de Direito, um dia. Os estudantes devem comprovar que dispõem de recursos para pagar as despesas, para não serem enquadrados em crime penal, mas não o fazem por respeito à tradição do Pindura”, diz o presidente.

Como a confraternização do Pindura nem sempre é encarada com bom humor pelos gerentes de restaurantes, Aidar afirma ser favorável, também, ao “Pindura Diplomático”, pelo qual o Centro Acadêmico faz um contato antecipado e comunica a quantidade de alunos participantes, especialmente junto aos estabelecimentos mais caros da cidade. “Embora comprometa a surpresa do Pindura, a proposta parece razoável. Também seria o caso de os estudantes pensarem em alternativas para abrandar os gastos dos restaurantes visitados, pagando a bebida consumida, por exemplo”, pondera Aidar. Outra garantia para os restaurantes são as “comendas” ou ofícios emitidos pelos Centros Acadêmicos, garantindo que quem está fazendo o Pindura é um estudante de Direito.

Mais informações na Assessoria de Imprensa, nos telefones 3291-8175/82.




Esse Aidar é nada mais, nada menos do que o presidente da OAB/SP. Reparem nos trechos que fiz questão de ressaltar:

"Embora afirme que a vocação do advogado começa no respeito à lei"
Esse “embora” não foi colocado aí por engano?

"Os estudantes devem comprovar que dispõem de recursos para pagar as despesas"
Ah, claro... Se eles não tivessem condição e colocassem a fome como justificativa, eles seriam enquadrados em crime penal.

"A confraternização do Pindura nem sempre é encarada com bom humor"
Que coisa, né? Esses donos de restaurante são muito mal humorados. Não gostam de brincar de não serem pagos pelos serviços e produtos que oferecem.

"Aidar afirma ser favorável, também, ao “Pindura Diplomático”"
Também? Claro... Todo Pindura deve ser incentivado.

Este texto que reproduzi estava no site da OAB/SP no dia do Pindura. O pior de tudo isso é que ouvi vários advogados defenderem a idéia!

Lembrem-se: a tradição do Pindura lesa os donos de restaurante.
Os direitos dos donos de restaurante não deveriam ser defendidos pelos ditos profissionais da lei?

Outra dúvida:
Por que os advogados teriam esse privilégio?
Poderiam instituir o dia do Pindura para catadores de papel, camelôs? Afinal, uma tradição deve começar algum dia...


CASAL LEGAL

Sei lá o que My Friend Linux escreve, mas aí estão mais dois linkados ao lado. Quem sabe se eu aprendo um pouco sobre Linux? Sei lá...